O estudo IMS Video in Latam, lançado em novembro de 2015 para toda a América Latina, publicado no site do IAB Brasil, revela uma profunda mudança de comportamento: quem tem acesso a vídeos digitais no Brasil já passa mais tempo vendo vídeos online (82%) que TV aberta (73%).

O que o consumidor quer, portanto, não é necessariamente um novo tipo de conteúdo, é liberdade para escolher o que quer ver, onde quer ver e a que horas.

A Som S/A aposta que, no meio tradicional do rádio, transmitido em AM e FM, fenômeno semelhante está em andamento, apesar de não haver pesquisas a respeito.

Rádios on line segmentadas musicalmente, podcasts de conteúdo e playlists on demand ocupam, cada vez mais, a atenção dos ouvintes.

Em São Paulo, isso é perceptível quando se assiste (ou se ouve) a invasão despudorada de igrejas no dial da frequência modulada. Emissoras outrora relevantes abrem espaços gigantescos em suas grades para uma programação feita por templos de honestidade duvidosa.